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Dia Internacional do Voluntariado: Coração muito grande» dos voluntários precisa de formação e competência
Para ser voluntário não basta ter um coração muito grande ou muito boa vontade, é preciso formação, investir competências, levar isto tão a sério como se fosse um trabalho.
Marcio Demari Londrina - PR
Postada em 05/12/2017 ás 13h58
Dia Internacional do Voluntariado: Coração muito grande» dos voluntários precisa de formação e competência

Catarina Dias passou por Angola e pela Grécia, antes de gerir programa em Desenvolvimento do Aluno

Catarina Dias, que gere um programa de voluntariado no Gabinete de Desenvolvimento do Aluno, da Faculdade de Economia e Gestão, da Universidade Nova de Lisboa, considera que a formação e o compromisso são condições essenciais para capacitar os voluntários.


Para ser voluntário não basta ter um coração muito grande ou muito boa vontade, é preciso formação, investir competências, levar isto tão a sério como se fosse um trabalho. Porque as responsabilidades e o que se pretende fazer também será muito sério”, assinala, em entrevista à ECCLESIA, por ocasião do Dia Internacional do Voluntariado, que se celebra hoje.


Catarina Dias foi para o terreno em experiências de voluntariado em Benguela, Angola, entre 2010 e 2012; já este ano fez uma pausa na vida profissional e esteve dois meses em Atenas ao serviço dos requerentes de asilo, migrantes forçados, porque “um voluntário é alguém que está atento aquilo que se passa à sua volta”.


A voluntária considera que estas experiências de partida exigem “preparação e disponibilidade”, também para acolher e aceitar o outro, aprendendo com as diferenças.


“A mudança que ocorre é impossível apagar, ninguém vem igual, porque ao viver numa realidade que não se pode comparar ganha-se a consciência clara de que quando se muda de continente, muda-se mesmo de continente. Quando se vive numa situação de miséria, muitas delas, e de pobreza extrema é impossível voltar e fazer uma vida igual à que se tinha antes”, defende.


A fé acompanhou-a neste serviço e fê-la sentir sempre “acompanhada”.


“O mais importante é a experiência afetiva. Da fé afetiva e também de ter, ao mesmo tempo, na minha vida, sentido que valia a pena acreditar num Deus como o Pai de Jesus”,relata.


Catarina Dias afirma que no voluntariado também há um “salto no escuro de confiança e de fé”, sublinhando “o privilégio de conhecer pessoas que não conheceria” se não tivesse sentido o apelo para partir como voluntária.

FONTE: Agência Ecclesia
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