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Especialistas e gestores de 30 países lançam movimento pela saúde universal nas Américas
Representantes e especialistas de 30 países das Américas lançaram nesta semana (12) um movimento em prol da saúde universal na região, onde um terço da população enfrenta obstáculos para receber atendimento médico. Reunidos em Quito, no Equador, delegações nacionais e membros da academia e da sociedade civil se comprometeram a eliminar as desigualdades no acesso a serviços de saúde.
Marcio Demari Londrina - PR
Postada em 17/12/2017 ás 12h33
Especialistas e gestores de 30 países lançam movimento pela saúde universal nas Américas

Mais Médicos aumentou número de pessoas atendidas e qualidade dos serviços de saúde. Imagem: OPAS

Representantes e especialistas de 30 países das Américas lançaram nesta semana (12) um movimento em prol da saúde universal na região, onde um terço da população enfrenta obstáculos para receber atendimento médico. Reunidos em Quito, no Equador, delegações nacionais e membros da academia e da sociedade civil se comprometeram a eliminar as desigualdades no acesso a serviços de saúde.


Presente no encontro, a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa Etienne, afirmou que “a saúde universal é mais necessária do que nunca” e sustentou que o caminho para alcançá-la “não é fácil, mas é possível e urgente”. A chefe da agência regional das Nações Unidas defendeu que os sistemas de saúde sejam integrais, de qualidade e centrados nas necessidades da população.


O movimento — chamado Fórum Regional Saúde Universal no século XXI: 40 anos de Alma-Ata — lembra a Declaração de Alma-Ata, firmada em 1978 em conferência global no Cazaquistão. O documento identifica a saúde primária como fundamental para a promoção da saúde universal, além de reconhecer que as disparidades no acesso ao atendimento são política, econômica e socialmente inaceitáveis, representando uma preocupação para todas as nações.


“Nunca antes houve tanta tecnologia, tanto conhecimento e vontade política como agora”, avaliou a ministra da Saúde do Equador, Verónica Espinosa, durante a reunião. A gestora acrescentou que tem “recursos finitos” para “necessidades infinitas”, mas reiterou que, por meio de vontade política, diálogo e maiores esforços, será possível avançar rumo à saúde universal.


A vice-presidenta do Equador, María Alejandra Vicuña, defendeu que o desenvolvimento sustentável depende da erradicação de causas estruturais da pobreza, sendo uma delas a falta de acesso a saúde. “Não podemos falar sobre garantir o direito a saúde sem água potável e saneamento básico para todos, sem habitações seguras e dignas”, afirmou.


Uma comissão de alto nível conduzirá as atividades do movimento e elaborará as recomendações aos países das Américas tendo em vista a implementação, até 2030, de uma cobertura de saúde para todos. A OPAS atuará como secretariado técnico do Fórum.

FONTE: ONUBR
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