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Pelo menos 100 pessoas desapareceram após naufrágio no mar Mediterrâneo
OIM revela que incidente ocorreu no sábado; agência apoia sobreviventes alojados num centro de detenção líbio; cerca de 800 migrantes foram resgatados ou interceptados na costa do país africano nos primeiros 10 dias deste ano.
Marcio Demari Londrina - PR
Postada em 11/01/2018 ás 00h47
Pelo menos 100 pessoas desapareceram após naufrágio no mar Mediterrâneo

Migrantes resgatados na costa da Líbia. Foto: OIM/Eshaebi2018

Pelo menos 100 migrantes continuam desaparecidos, desde sábado, após o terceiro naufrágio deste ano ocorrido no mar Mediterrâneo.


A Organização Internacional para Migrações, OIM, revelou esta quarta-feira que cerca de 200 migrantes ou refugiados morreram ou desapareceram na rota do Mediterrâneo Central somente na primeira semana deste ano.


Passageiros


A OIM receia que mais vidas tenham sido perdidas em 2018 em comparação com as 254 mortes de janeiro do ano passado.


No ponto de desembarque dos sobreviventes, em Trípoli, a agência forneceu comida e água e continua a apoiar grande parte dos passageiros que estão no centro de detenção de Tajoura.


Até esta terça-feira, pelo menos 81 mortes foram registradas no Mar Mediterrâneo. Cinco óbitos ocorreram nas águas ao largo da Espanha e do Marrocos.


Guarda Costeira


Entre a Itália e a Líbia houve 76 vítimas fatais, mas receia-se que o número seja mais alto. Nas últimas 24 horas, três embarcações de borracha com 279 migrantes foram resgatadas pela Guarda Costeira da Líbia numa longa operação.


De acordo com a agência, a maioria dos sobreviventes vem de Gâmbia, Senegal, Sudão, Mali e Nigéria. Oito são de Bangladesh e dois do Paquistão.


Migrantes


O chefe da OIM na Líbia, Othman Belbeisi, informou que nos primeiros 10 dias deste ano cerca de 800 migrantes foram resgatados ou interceptados na costa da Líbia e receia-se que mais vidas tenham sido perdidas no mar.


O representante disse que muito mais precisa ser feito para reduzir os movimentos inseguros e irregulares de pessoas ao longo da rota do Mediterrâneo Central.

FONTE: ONU News
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